MP recomenda que Prefeitura de Goiânia padronize avaliações de árvores e amplie transparência em podas
O Ministério Público de Goiás recomendou que a Prefeitura de Goiânia adote medidas para aprimorar as avaliações das árvores da capital e ampliar a transparência sobre podas e cortes. Entre as medidas estão a criação de um protocolo técnico para as vistorias, a aquisição de equipamentos especializados e a implantação de uma plataforma digital para consulta pública.
Os laudos deverão conter informações como a identificação e a localização da árvore, registros fotográficos, condições de saúde e estrutura, alternativas ao corte e justificativas técnicas e legais para a decisão.
Os documentos também deverão indicar eventuais medidas de compensação ambiental e identificar o profissional responsável pela avaliação.Em entrevista à CBN Goiânia, a promotora de Justiça Alice de Almeida Freire afirmou que a recomendação busca garantir a aplicação efetiva do Plano Diretor de Arborização Urbana da capital.
O protocolo deverá definir em quais situações a inspeção visual é suficiente e quando será necessário utilizar equipamentos para identificar problemas internos na estrutura das árvores.O MP também recomenda a realização de um estudo para definir os equipamentos necessários à avaliação das árvores.
Os recursos deverão complementar o trabalho dos profissionais responsáveis pelas vistorias.A recomendação ocorre após diversas polêmicas envolvendo o corte de árvores em Goiânia, como a derrubada de gameleiras na Praça da Cirrose e a retirada de árvores durante a revitalização do Parque Lago das Rosas.
A Prefeitura de Goiânia e a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) têm prazo de 20 dias úteis para encaminhar ao Ministério Público relatórios e documentos que comprovem as providências adotadas em relação às recomendações. Nós procuramos a Amma e aguardamos retorno.
Os laudos deverão conter informações como a identificação e a localização da árvore, registros fotográficos, condições de saúde e estrutura, alternativas ao corte e justificativas técnicas e legais para a decisão.
Os documentos também deverão indicar eventuais medidas de compensação ambiental e identificar o profissional responsável pela avaliação.Em entrevista à CBN Goiânia, a promotora de Justiça Alice de Almeida Freire afirmou que a recomendação busca garantir a aplicação efetiva do Plano Diretor de Arborização Urbana da capital.
O protocolo deverá definir em quais situações a inspeção visual é suficiente e quando será necessário utilizar equipamentos para identificar problemas internos na estrutura das árvores.O MP também recomenda a realização de um estudo para definir os equipamentos necessários à avaliação das árvores.
Os recursos deverão complementar o trabalho dos profissionais responsáveis pelas vistorias.A recomendação ocorre após diversas polêmicas envolvendo o corte de árvores em Goiânia, como a derrubada de gameleiras na Praça da Cirrose e a retirada de árvores durante a revitalização do Parque Lago das Rosas.
A Prefeitura de Goiânia e a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) têm prazo de 20 dias úteis para encaminhar ao Ministério Público relatórios e documentos que comprovem as providências adotadas em relação às recomendações. Nós procuramos a Amma e aguardamos retorno.
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