Goiânia registra aumento de barbeiros e lidera casos da doença de Chagas em Goiás
A presença de barbeiros identificados em Goiânia mais que dobrou em 2026. Entre janeiro e setembro deste ano, foram recolhidos 29 exemplares na capital, contra 14 no mesmo período do ano passado. Em abril, um dos insetos encontrados testou positivo para o parasita causador da doença de Chagas.
A Prefeitura de Goiânia também registrou aumento nos diagnósticos da enfermidade. Foram 336 casos confirmados até setembro, 111 a mais do que em 2025. Os números, no entanto, não indicam que a transmissão recente tenha crescido na cidade, já que a doença pode levar anos ou até décadas para ser identificada.
Em todo o estado, a Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 1.130 diagnósticos da forma crônica da doença neste ano. Goiânia concentra o maior volume de notificações por abrigar o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, o HC da UFG, que é a unidade de referência estadual e recebe pacientes encaminhados de várias cidades do interior.
A contaminação acontece quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com a pele machucada ou com mucosas, como olhos e boca. Na fase inicial, a infecção pode não apresentar sintomas, mas na fase crônica pode provocar complicações graves, principalmente no coração e no aparelho digestivo.
O infectologista do Hospital de Doenças Tropicais João Victor Coriolano explica que a doença tem tratamento, mas a eficácia depende do estágio da infecção.
O assessor técnico da Secretaria Municipal de Saúde Frank Cardoso destaca que o crescimento de insetos capturados exige atenção redobrada dos moradores, embora a confirmação dos casos de infecção humana ocorra frequentemente muito tempo após o contato inicial.
Ao encontrar um possível barbeiro, a orientação é não esmagar o inseto nem tocá-lo diretamente. O morador deve recolher o animal com as mãos protegidas, colocá-lo em um recipiente fechado e acionar a Diretoria de Vigilância em Zoonoses. O contato é feito pelo telefone (62) 9 9152-2545.
A prefeitura também orienta a manter quintais limpos, evitar o acúmulo de entulho e vedar possíveis entradas de insetos nas casas. Não existe vacina contra a doença de Chagas, mas os medicamentos são distribuídos gratuitamente pelo SUS, o Sistema Único de Saúde.
A Prefeitura de Goiânia também registrou aumento nos diagnósticos da enfermidade. Foram 336 casos confirmados até setembro, 111 a mais do que em 2025. Os números, no entanto, não indicam que a transmissão recente tenha crescido na cidade, já que a doença pode levar anos ou até décadas para ser identificada.
Em todo o estado, a Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 1.130 diagnósticos da forma crônica da doença neste ano. Goiânia concentra o maior volume de notificações por abrigar o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, o HC da UFG, que é a unidade de referência estadual e recebe pacientes encaminhados de várias cidades do interior.
A contaminação acontece quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com a pele machucada ou com mucosas, como olhos e boca. Na fase inicial, a infecção pode não apresentar sintomas, mas na fase crônica pode provocar complicações graves, principalmente no coração e no aparelho digestivo.
O infectologista do Hospital de Doenças Tropicais João Victor Coriolano explica que a doença tem tratamento, mas a eficácia depende do estágio da infecção.
O assessor técnico da Secretaria Municipal de Saúde Frank Cardoso destaca que o crescimento de insetos capturados exige atenção redobrada dos moradores, embora a confirmação dos casos de infecção humana ocorra frequentemente muito tempo após o contato inicial.
Ao encontrar um possível barbeiro, a orientação é não esmagar o inseto nem tocá-lo diretamente. O morador deve recolher o animal com as mãos protegidas, colocá-lo em um recipiente fechado e acionar a Diretoria de Vigilância em Zoonoses. O contato é feito pelo telefone (62) 9 9152-2545.
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