A duplicata eletrônica entra em operação no Brasil e substitui a versão física, vinculando cada título à nota fiscal em bases autorizadas pelo BC. Adeus fraudes e duplicidades, como no caso recente do Banco Master. Com rastreabilidade e segurança, bancos vão usar recebíveis como garantia com muito mais confiança. Resultado: juros menores e maior acesso ao crédito, especialmente para pequenas e médias empresas. O volume anual de duplicatas é estimado entre R$ 11 e R$ 13 trilhões, mas só uma fração vira garantia porque o modelo atual é pouco confiável. Com a versão eletrônica, uma parcela muito maior entra no jogo. Implementação faseada e obrigatória entre o próximo ano e 2027, começando pelas grandes e chegando nas pequenas. Efeito esperado? Similar ao consignado no crédito pessoal: mais volume, mais barato, mais acessível. Se você é empresário, antecipe-se: organize seus recebíveis, adeque processos e fale com seu banco. Comente como o crédito mais barato impacta seu negócio e compartilhe com quem precisa dessa informação. Se você curte o meu conteúdo ou se ele já impactou positivamente a sua vida, conto com seu voto na fase final do Prêmio iBest (Top3), mesmo que você já tenha votado na fase anterior. A votação foi zerada. https://linkme.bio/ibest-ricardo-amorim MINHAS REDES SOCIAIS: – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter – Youtube: http://bit.ly/youtubericam – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para
[email protected] COTAR PALESTRA: Clique aqui e fale com a minha equipe. CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br